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quinta-feira, 30 de julho de 2009

A violência contra a mulher, vem vindo desde a antiguidade. Ela apenas muda a sua forma de atuação. Esse tipo de violência não é unicamente sentido na pele.

Ele é sentido espiritualmente. Vem na alma.

Vemos através da história grandes mulheres que marcaram diferentes épocas e que de uma forma ou de outra, foram perseguidas. Posso citar Joana D’Arc. que se passou por homem para poder ser aceita, lutar pelo seu povo e terminou na fogueira quando descoberta.

A força interior da mulher é inexplicável. Ela é uma guerreira nata. Luta para poder sobreviver em um mundo tipicamente machista.

A discriminação, também é um tipo de violência sofrida pela mulher e que ainda existe.

Seja no trabalho, na escola, na vida em família ou no dia a dia, ela sempre precisa estar além do necessariamente exigido.

Atualmente é cada vez menor o número de mulheres, porém ainda existe o que é lamentável, que sofre violência doméstica por conta de seus companheiros ou pessoas de seu próprio sangue.

A Delegacia da Mulher tem tido um papel importante no acolhimento das mulheres que passaram ou passam por esse tipo de violência.

Nesses locais existe todo o tipo de atendimento necessário à orientação e proteção da mulher.

A Lei Maria da Penha também ajudou muito no sentido de se tentar mudar esse quadro.

O procedimento normal é chamar o agressor para uma conversa. Se persistir a agressão e a vítima concordar é feita uma queixa registrada, um boletim de ocorrência.

Quando vai a juízo, normalmente o réu não é preso, ficando apenas como pena freqüentar um curso falando dos direitos da mulher, prestando serviços a comunidade ou em alguns casos dando um determinado número de cestas básicas para um grupo previamente indicado.

Nas famílias e nos lugares mais simples, onde a mulher não tem como sobreviver sozinha, o silêncio ainda prevalece.

Porém muito me alegra como mulher, saber que está havendo uma reação tanto da mulher em procurar ajuda, como em ser assistida.

Ainda existe muito a fazer. Este é apenas o começo de uma longa estrada.

Este é um artigo escrito por uma mãe que viu a sua filha ser periodicamente espancada pelo próprio marido e que não pensou duas vezes em denunciar e pedir ajuda a Delegacia da Mulher.

Esmeralda Herrera

E-mail: esmeralda.herrera@hotmail.com

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